Pra não dizer que não falei de sensibilidade

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009 às 19:17

A camisinha diminui a sensibilidade?? Balela.. Veja só a prova disso!


Pra não dizer que não falei de Meiguice

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009 às 20:53

Olha que meigooooo! xD momento cuti cuti! huahuahua


Pra não dizer que não falei de desespero

terça-feira, 27 de janeiro de 2009 às 19:05

Caraca velho, passeando pela net encontrei uma imagem que me deixou pasmo, quando pensei que já havia visto tudo encontro essa imagem. Olha só o que o desespero faz com a criatividade de uma pessoa:


Como dah pra ver, essa pérola eu encontrei lá nos e-mails comentados do charges.com.

Pra não dizer que não falei de Pescotapa

domingo, 25 de janeiro de 2009 às 21:29

Essa era pra ser mais uma canção de criança, mas a Liciane mudou tudo.. e põe mudar nisso!


Pra não dizer que não falei de Nintendo Wii

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009 às 20:37

O Nintendi Wii é uma dádiva que revolucionou a vida dos jogadores sedentários. Só nesse vídeo game, joguinhos simples se tornan grandes desafios reais como jogar Tênis ou lutar boxe e até aquele famoso Mario Kart se tornou um desafio de contorcionismo em frente a TV. Movimentos amplos e exagerados faz parte da rotina da maioria dos seus jogadores, mas não vamos exagerar que nem esse idiota aí em baixo né galera??!!


Pra não dizer que não falei de besteirol

terça-feira, 20 de janeiro de 2009 às 00:33

Duvido vocês não acordarem com um despertador desses!!!

Pra não dizer que não falei de poesia

domingo, 18 de janeiro de 2009 às 23:57

Enviar uma poesia para aquela pessoa que você ama, ou até mesmo pra aquela sua paquera, é uma ótima maneira de derreter até os mais duros corações de pedra, entretanto saber escolher a poesia certa para alguns pode ser um grande desafio. Não é só pegar a primeira que achar e nem a mais bonita, você tem que avaliar cada frase, cada palavra pra ter cereza se é exatamente aquele o sentido que você deseja passar para a sua amada, pois poesias tendem a ser específicas de quem escreveu para quem ira receber pois são mais que palavras, são canções ditas pelo coração. Pelo sim ou pelo não, eu sugiro criar sua prórpia poesia.

Mas se você não tem criatividade ou simplesmente não consegue usar as palavras pra expressar o que sente, vale a pena tomar a dos outros emprestado não é mesmo? A muito tempo, reservei essa abaixo para que eu pudesse dar a quem realmente me fosse especial... acho que finalmente eu encontrei uma pessoa que a merece... talvez um dia ela a receba:


Todos os Momentos

"Eu te amo do amanhecer ao anoitecer
e mesmo quando durmo, ainda te amo.

Eu te amo nas três dimensões, nas quatro luas,
nos quatro elementos, nas quatro estações,
nos quatro pontos cardeais.

Eu te amo nos cinco sentidos, nas sete cores do arco-íris, nas sete notas musicais, nos doze signos do zodíaco,
em tudo o que existe eu te amo cada vez mais.

Eu te amo na procela e na calmaria, em todos os josés e marias, nos infantes, nos anciãos, nos amigos,
inimigos ou irmãos... eu te amo em toda a criação.

Eu te amo no caos aparente ou na mais perfeita estrutura... eu te amo como o próprio criador
ama a sua criatura.

Eu te amo no vento que vem do norte, na linha do horizonte, na pequena fonte, nas nuvens grávidas de chuva... eu te amo nos meus dias nefastos
e nos meus dias de sorte.

Eu te amo na árvore frondosa, na montanha majestosa, na pedra preciosa, nas miríades de estrelas do universo... eu te amo no pequeno átomo, na imponderável constelação, eu te amo para além
de qualquer humana compreensão.

Eu te amo pelo pouco que sei de ti, pelo muito que ignoro e por aquilo que somente posso pressentir.

Eu te amo na plenitude da lida, no ocaso da vida... e, depois que eu me for, nas lembranças que porventura eu deixar, hás de encontrar perfumados e palpitantes restos do que foi o meu amor!"

Pra não dizer que não falei do passado

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009 às 00:26

Todos temos um passado, uma história, nem sempre esse passado é bom mas também nem sempre ele é ruim, a pergunta é: "até que ponto você deixa que ele controle seu futuro?"

Em cada opção que tomamos, em cada caminho, criamos momentos e que ficam marcados em nossa história sejam eles bons ou ruins, são parte de nós e essas partes alguns podem chamar de "experiência de vida" e é com ela que devemos aprender e nos basear. Não é o passado que define qual caminho você deverá seguir agora mas sim o uso que você faz dele.

Eu passei muito tempo usando minha história como escudo, me protegendo de ameaças invisíveis, passei muito tempo usando experiências do passado como desculpa para algumas de minhas decisões mas já chegou a hora de abrir os olhos e usar essas experiências para definir um futuro melhor, para aprender com elas e decidir o que finalmente é melhor pra mim e não fugir.

Nem todos percebem hora de colocar as lentes de contato e enxergar o passado como uma janela pra um futuro melhor, fico feliz em saber que eu finalmente percebi e hoje estou pronto pra tomar uma grande decisão, não baseado no que aconteceu no passado mas sim baseado no que aconteceu no passado e que eu posso corrigir pra garantir um melhor caminho pro meu futuro.

Pra não dizer que não falei de sentimentos

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009 às 02:01

"Juro que tento entender
é difícil mas do meu lado vou te explicar
penso em tudo que já fiz em minha vida
penso em tudo que eu já deixei pra trás
mas cada dia é único
e sigo em frente correndo deixando o medo para trás.

Não tenho a necessidade de me comprometer
nem de nomear o que temos entre nós
não preciso da aprovação dos seus pais
nem quero saber o que suas amigas vão achar
a única coisa que quero é poder te amar
e expressar aos 4 ventos o que sinto por ti

Todos dizem que nossa relação não faz sentido
mas quem disse que o amor faz
o sentido está dentro de nós
e apenas nossos corações sabem traduzir."

São palavras sem nexo nem rima, escritas por um coração no momento apaixonado.

Pra não dizer que não falei de tecnologia

domingo, 11 de janeiro de 2009 às 00:48

Câmera Polaroid está de volta em versão digital


Um estranho ritual costumava acompanhar o uso das câmeras Polaroid. O fotógrafo apanhava as cópias que saíam da máquina e as sacudia no ar, como se isso pudesse estimular os produtos químicos envolvidos e acelerasse a revelação da imagem. Ficar parado esperando que a imagem surgisse parecia estúpido. A Polaroid deixou de produzir cartuchos de filme no ano passado, e por isso esse item da cultura tecnológica em breve se tornará coisa do passado. Mas no exato momento em que a câmera Polaroid com filme desaparece, surge sua substituta digital.

É, vocês leram corretamente: a Polaroid anunciou na feira Consumer Electronics Show a introdução de uma câmera digital que produz cópias na hora. Seria até possível chamá-las de cópias "instantâneas", mas elas demoram cerca de um minuto a surgir, de modo que são tão "instantâneas" quanto a versão passada que usava filme.

A PoGo, uma câmera de US$ 200, essencialmente combina câmera e impressora, e produz fotos de 5x7,6 cm, por meio do aquecimento seletivo de pontos específicos de um papel especialmente tratado. O processo não tem qualquer relação com o velho método da Polaroid química, mas as cópias oferecem um charme bastante parecido, ao estilo Pop Art: são granulosas e as cores não são perfeitamente nítidas; os rostos tendem a uma cor mórbida, azul-esverdeada.

A câmera sucederá a impressora Polaroid separada lançada na metade do ano passado, projetada para conexão com câmeras digitais e celulares fotográficos. Quando eu resenhei a impressora, apontei que se a Polaroid conseguisse combiná-la com um sensor de imagens e uma tela de cristal líquido estaria ressuscitando a câmera instantânea. E a empresa estava trabalhando exatamente nisso, mas infelizmente os consumidores terão de esperar um pouco antes de adquirir o produto. A Polaroid anunciou que a PoGo chegará às lojas em março ou no começo de abril.

A câmera é um produto divertido, e as pessoas que vinham lamentando a morte da Polaroid encontrarão algum consolo com ela. As cópias têm uma película removível na traseira que revela um fundo adesivo, o qual pode ser usado para afixá-las a geladeiras, portas, livros, computadores, celulares e outras superfícies que a pessoa deseje personalizar. Para a festa de despedida de um colega, tirei uma foto dele, imprimi duas cópias e as colei em latas de refrigerante, criando uma "edição comemorativa" instantânea.

A PoGo também oferece vantagens cruciais sobre as velhas câmeras com filme. É possível observar o que se está fotografando, na tela de LCD, e decidir se você deseja ou não a cópia. Pode-se produzir múltiplas cópias de uma mesma foto, ou imprimir cópia de algo fotografado no passado.

A impressora separada e a nova câmera utilizam o mesmo papel, que custa US$ 5 por um pacote de 10 unidades ou US$ 13 por um pacote de 30 unidades. É caro, se comparado ao papel fotográfico para impressoras, mas representa apenas um terço do preço do filme Polaroid (do qual ainda existem estoques nas lojas). Não é preciso tinta ou toner.

A despeito de seus pontos altos, a PoGo tem um jeitão de produto de primeira geração, e por isso apresenta algumas deficiências que merecem ser mencionadas.

Como câmera, ela é primitiva. Não há recurso de foco automático, só uma alavanca com a qual você alterna entre closes e plano infinito. A resolução é de 5 megapixels, bem inferior à das câmeras compactas mais baratas. Nada disso importa muito para a qualidade das cópias, que são pequenas e oferecem baixa resolução de qualquer maneira, mas faz diferença se você deseja utilizar as imagens digitais para outros fins.

Como outras câmeras digitais baratas, existe um atraso substancial entre o momento em que você pressiona o obturador e aquele em que a imagem é de fato registrada, o que torna quase impossível capturar imagens de ação ou expressões fugazes.

As cópias são mais estreitas do que a imagem capturada pelo sensor, de modo que não se pode imprimir a exata imagem vista na tela. Porções substanciais são cortadas no topo e no pé da imagem, para produzir a cópia. No modo normal de fotografia, a câmera não alerta sobre esse efeito. É possível aparar as imagens registradas, fazer zoom sobre determinadas áreas, mas não há como reduzir a imagem de modo a enquadrá-la inteira na cópia.

A duração da bateria recarregável é limitada, por conta da energia necessária a aquecer as cópias. Pode-se imprimir cerca de 20 cópias por carga, se você o fizer de uma vez. Caso você imprima uma cópia por vez com longos intervalos, uma carga pode oferecer menos capacidade, porque a câmera terá de aquecer o papel especial novamente a cada cópia. (As velhas câmeras Polaroid não sofriam problemas de bateria porque a maioria delas incorporava as baterias aos cartuchos de filme - uma idéia de projeto brilhante. Mas chega de nostalgia.)

Nenhum desses defeitos é fatal. Se você não gosta da forma de operação da PoGo como câmera, pode fotografar com outra câmera dotada de cartão SD, transferir o cartão para a PoGo e imprimir as fotos. Mas se você planeja usar a câmera para isso, melhor comprar a PoGo Instant Mobile Printer, a impressora independente, que custa apenas US$ 100 e é um pouco menor, mas se conecta com outras câmeras por meio de um cabo USB.

A câmera é mais simples de usar do que a impressora, e servirá bem a quem deseje recapturar o espírito simples e espontâneo das fotos com uma Polaroid. Infelizmente a empresa pediu concordata em dezembro devido a problemas na companhia que a controla.

Isso coloca em risco o futuro suprimento de papel para a PoGo, mas a Polaroid continua operando, e parece que se manterá aberta pelo futuro previsível. De qualquer forma, é provável que a tecnologia de impressão portátil perdure, porque ela faz algo de único.


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Essa notícia surreal eu vi lá no Terra Tecnologia.
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Pra não dizer que não falei de etiqueta

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009 às 02:25



Uma suruba é como uma luta livre, ou seja, é livre, mas tem algumas regras.

Primeiro queria esclarecer uma questão taxonômica em relação à nomenclatura. Com três componentes é ménage; com quatro, é swing; a partir de cinco integrantes é que fica caracterizada uma suruba.

Antes das regras de etiquetas, seguem algumas orientações importantes para a fase de planejamento e organização da suruba:

1) Álibi

É fundamental pensar num álibi para os comprometidos. Deve ser uma história convincente e coletiva, num lugar longe e com participação restrita, tipo churrasco do time de futebol do colégio numa cidade do interior.

2) Convidados

2.1 A quantidade de componentes convocados deve ser equilibrada. A quantidade de convidados do sexo feminino deve exceder os de sexo masculino em 20%, que é a margem de erro para as “queijudas” que não vão querer participar.

2.2 Evite convidados muito bonitos. Há uma tendência natural dessas pessoas monopolizarem as atenções, gerando engarrafamentos e gargalos. É por isso que não me convidam mais pra participar. É importante que todos tenham as mesmas oportunidades de se dar - e comer - bem. Suruba é uma democracia!

3) Restrições.

Antes do início, cada homem deve esclarecer sua postura em relação a fio terra e as mulheres em relação a engolimentos.

10 Regras de Etiqueta da Suruba

1) Nada de vergonha de membro de tamanho reduzido (pau pequeno), esperma de volume reduzido (gala rala) nem instabilidade erétil (rola bamba)

2) Mantenha a luz sempre acesa para evitar contatos indesejados

3) Nada de piadinhas. Suruba é coisa séria!

4) Evite perseguir insistentemente um participante.

5) Evite interferir numa foda em andamento.

6) Se brochar, perdeu a vez. Fim da fila!

7) Evite monopolizar locais visados como banheira ou chuveiro.

8) Não se tranque num quarto ou banheiro com uma pessoa. A suruba privilegia a coletividade e não individualidade. É trabalho em equipe!

9) Nunca marcar a pele dos outros com mordidas, chupões e arranhões, que demoram para sair.

10) Suruba não e filme pornô, portanto, não invente de sacar do seu estoque aquelas posições bizarras que você viu no filme do Alexandre Frota para ficar se amostrando. Nada de pedalada, seja objetivo! Quem descumprir uma dessas regras leva uma advertência. Em caso de reinciência, expulsão sumária, sem direito a recurso.

E o mais importante: amigo na suruba, desconhecido na rua.


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Com esse post eu me mijei de rir quando acessava o blog do Murilo Gun.
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Pra não dizer que não falei de besteirol

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009 às 00:02

Sabe aqueles dias que você não tem absolutamente nada pra fazer mas tem uma mente explodindo em idéias super criativas? Sabe?? Pois é.. algumas vezes dá nisso aí ô:


Pra não dizer que não falei de humor

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009 às 23:49

Até a marca do produto faz alusão as segundas intenções..
Essa me matou de rir quando eu acessei o copia meu filho.

Pra não dizer que não falei de música

Quando se trata de solidão, muitas coisas passam pela nossa cabeça. A muito tempo atrás quando o amor era medo, eu preferia ficar só e deixar o mundo de lado, pensar somente em mim e esquecer essa loucura que alguns chamam de amor mas tudo tem seu lado bom e o outro lado.
O pessoal do capital inicial soube traduzir os dois lados da moeda de uma forma fenomenal transformando em uma das canções mais massa que eu já ouvi. Segue a letra pra todos que sofrem dessa indecisão, entre o amor e a solidão.

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Pra Ninguém (Por Enquanto)

Capital Inicial
Composição: Dinho Ouro Preto / Alvin L.

Ninguém pra ligar
E dizer onde estou
Ninguém pra ir comigo onde eu vou
Por outro lado
Ninguém pra abaixar o volume
Ninguém pra reclamar dos pratos sujos
Ninguém pra fingir que eu não amo

Toda noite no mesmo lugar
Eu abro os olhos
E deixo o dia entrar
Pra ninguém
Pra ninguém

Ninguém pra dizer quando eu devo parar
Ninguém na casa pra poder acordar
Do meu lado
Ninguém pra contar novidades
Ninguém pra fechar as cortinas
Ninguém pra brigar de vez em quando



Ninguém pra ligar
E dizer onde estou
Ninguém pra ir comigo onde eu vou
Por outro lado
Ninguém pra abaixar o volume
Ninguém pra reclamar dos pratos sujos
Ninguém pra fingir que eu não amo

Toda noite no mesmo lugar
Eu abro os olhos
E deixo o dia entrar
Pra ninguém
Pra ninguém

Ninguém pra dizer quando eu devo parar
Ninguém na casa pra poder acordar
Do meu lado
Ninguém pra contar novidades
Ninguém pra fechar as cortinas
Ninguém pra brigar de vez em quando.

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Pra não dizer que não falei de Brasil



Não é preciso de um sociólogo pra analisar a sociedade brasileira, essa é fácil.

A imagem veio lá do Putamerda.
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